terça-feira, 10 de fevereiro de 2009


o exercício do esquecimento fraqueja. a memória é uma voz inquietante que me visita no silêncio entre a paisagem, as pessoas, os sonhos e os cafés.

(dizias que a memória não existe. e, no entanto, eu luto para que ela não vivia intensamente em mim. quando também só desejo que ela seja passado).

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