terça-feira, 10 de fevereiro de 2009


vieste, como um furacão, abalar a cidade adormecida pelo silêncio dos homens. disseste-me: "mostra-me o teu mundo". e eu abri-te a porta para o desconhecido de todos e às vezes de mim. e deixei-te entrar.

receber-te foi a forma mais inesperada de eu perceber a futilidade da escuridão. e, de súbito, contigo ao meu lado, soube-me como um sol grandioso, de braços gigantes. tantos que podem abraçar a totalidade.

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